builderall

Ao preencher seus dados, você aceita nossa Política de Privacidade

EXIJA A IMPLEMENTAÇÃO DA LEI 7.291/2022 AGORA.

O Programa Municipal de
Enfrentamento ao Feminicídio já é LEI.
Por que ela ainda não saiu do papel?

ASSINE PARA EXIGIR A IMPLEMENTAÇÃO JÁ

A Lei 7.291/2022 instituiu um Programa Municipal de Enfrentamento ao Feminicídio, que estrutura métodos de combate à violência contra as mulheres nas mais diversas áreas do serviço público. Sabemos que o feminicídio é só a ponta do iceberg, para evitar que ele aconteça é preciso transformar todas as engrenagens em que a violência opera, desde a educação até o acesso ao sistema de justiça. Lei sem execução não protege a vida das mulheres!

O PROGRAMA É LEI.
POR QUE AINDA NÃO
SAIU DO PAPEL?

Começa com o controle do celular, com o isolamento de amigos e familiares e chantagens emocionais, logo evolui para ameaças, agressões verbais, físicas, controle patrimonial, culpabilização e ciclos de arrependimento e violências consecutivos.
O que o noticiário mostra é o fim.
O que fica escondido é o cotidiano:

A Lei 7.291/2022 existe para interromper a violência antes que ela vire morte!

O FEMINICÍDIO É A PONTA DO ICEBERG.

ICEBERG VISUAL AQUI

O que o Programa Municipal de Enfrentamento ao Feminicídio propõe?

Em várias dessas etapas da violência, o serviço público como um todo deve ser treinado para identificar, acolher, denunciar e encaminhar vítimas.

Seja na escola, identificando crianças que convivem e sofrem com violência doméstica ou preparando e conscientizando adolescentes sobre o assunto. Seja garantindo a prioridade para mulheres vítimas de violência em programas de assistência social.
Ou mesmo no treinamento de servidores públicos para que não haja revitimização dessas mulheres, garantindo acolhimento sem julgamento e proteção.

Essas diretrizes, que entendem que todas as estruturas públicas precisam estar preparadas para combater a violência contra as mulheres e estarem vigilantes quanto a isso estão no Programa Municipal de Enfrentamento ao Feminicídio.

 plano com metas e prazos
 
orçamento e estrutura
 
treinamento e protocolos
 
integração da rede
 
monitoramento e transparência

ASSINAR E PRESSIONAR

Você não está sozinha.

É uma situação de emergência?
Você pode ligar 190 - Polícia Militar.


Sofreu violência sexual?
Procure um  hospital de emergência - em até 72 horas -  para o atendimento médico  e prevenção de gravidez e ISTs/AIDS.
Não é preciso registrar boletim de ocorrência.


Precisa de orientações e atendimento psicossocial?
Procure um Centro Especializado de Atendimento às Mulheres (CEAM) na sua cidade;


Quer denunciar?
Disque 180 ou vá até uma Delegacia Especial de Atendimento às Mulheres (DEAM). Mas você pode denunciar em qualquer delegacia! 


Registrou a denúncia e precisa de atendimento jurídico?
Busque a Defensoria Pública.

Conhece alguma mulher que esteja passando por violência? Acolha sem julgar e faça o possível para orientá-la sobre seus direitos.

Informação também é proteção.

ASSINAR E PRESSIONAR