builderall

MAPA CIRCUITO
CULTURAL LGBTQIAP+
DO RIO

O Mapa é uma iniciativa da nossa mandata para, através de uma ferramenta colaborativa, dar visibilidade aos diversos espaços na cidade do Rio feitos por e para pessoas LGBTQIAP+. É possível encontrar e sugerir bares, casas noturnas, restaurantes, espaços de lazer e cultura em geral voltados para a nossa comunidade.
A gente sabe que o que a comunidade LGBTQIAP+ mais produz é cultura, arte e formas de expressar nosso modo de ser e existir no mundo. Tá mais do que na hora de todo mundo perceber a capacidade das nossas potências e de termos um  instrumento para reivindicar mais políticas públicas específicas de incentivo aos grupos culturais e espaços LGBTQIAP+. Cola comigo nessa?

A partir da luta feminista, o Brasil instituiu o feminicídio como um crime hediondo, com a Lei nº 13.104/2015. Para ser considerado feminicídio, as situações devem envolver violência doméstica e familiar ou menosprezo ou discriminação à condição de mulher.

Violências contra mulheres LBTs

A brutalidade da violência exercida contra Lésbicas, Bissexuais e Trans - LBTs é uma característica fundamental do patriarcado e está relacionada à necessidade de controlar socialmente como as mulheres vivem sua sexualidade e constroem suas identidades. É importante saber que as mulheres LBTs também podem acionar a Lei Maria da Penha em casos de violência doméstica e intrafamiliar.

De acordo com a  Lei Maria da Penha (11.340/2006), a violência contra a mulher é qualquer ação ou conduta, baseada no gênero, que cause morte, dano ou sofrimento físico, sexual ou psicológico, tanto no âmbito público quanto no privado. Estão previstas na  lei: violência física, violência psicológica, violência moral, violência sexual e violência patrimonial.

A partir da luta feminista, o Brasil instituiu o feminicídio como um crime hediondo, com a Lei nº 13.104/2015. Para ser considerado feminicídio, as situações devem envolver violência doméstica e familiar ou menosprezo ou discriminação à condição de mulher.

Violências contra mulheres LBTs

A brutalidade da violência exercida contra Lésbicas, Bissexuais e Trans - LBTs é uma característica fundamental do patriarcado e está relacionada à necessidade de controlar socialmente como as mulheres vivem sua sexualidade e constroem suas identidades. É importante saber que as mulheres LBTs também podem acionar a Lei Maria da Penha em casos de violência doméstica e intrafamiliar.

AÇÕES DA MANDATA MONICA BENICIO:

Programa Municipal de Enfrentamento ao Feminicídio na cidade do Rio de Janeiro: inclui a prevenção a toda forma de violência contra as mulheres, a assistência e a garantia dos direitos das mulheres e seus dependentes. APROVADO!

Dia Municipal de Luta pelo Fim do Feminicídio:  estabelece o 25 de março, data de Lançamento do Levante Feminista contra o Feminicídio, como um dia de promoção de ações de prevenção e enfrentamento à violência contra a mulher. APROVADO!

INDIQUE

UM LOCAL!

Estamos aqui para que você saiba que não está sozinha!

Se for  uma situação de emergência?
Você pode ligar 190 - Polícia Militar

Sofreu violência Sexual?
Procure um  hospital de emergência - em até 72 horas -  para o atendimento médico  e prevenção de gravidez e ISTs/AIDS. Não é preciso registrar boletim de ocorrência;

Precisa de atendimento orientações e atendimento psicossocial?
Procure um Centro de Atendimento às Mulheres na sua cidade;

Quer denunciar?
Vá até uma Delegacia Especial de Atendimento às Mulheres ou na delegacia mais próxima de sua casa;

Registrou a denúncia e precisa de atendimento jurídico?
Busque a Defensoria Pública

Precisa de orientações e dos endereços locais de atendimento?
Ligue 180

Conhece alguma mulher que esteja passando?
É importante demonstrar apoio e acolhimento a mesma, nunca julgamentos. Repasse as informações sobre atendimento pra ela.

Está presenciando uma situação de violência contra as mulheres?
Você pode ligar 190.

Para mais informações, acesse os links abaixo:

Juntas somos mais fortes!

Gostou dessa iniciativa? COMPARTILHE COM OS AMIGOS!

FAÇA PARTE DESSE TIME!

Quer acompanhar os desdobramentos dessa e de outras iniciativas sobre cultura e diversidade?