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DO ORGULHO
À VISIBILIDADE

10 dias de ação sapatão!

Nos queremos vivas e visíveis! Nesse agosto de orgulho e visibilidade lésbica, vamos fazer 10 dias de ação sapatão para falar de nossas demandas, da nossa história, homenagear mulheres lésbicas de referência e mostrar que sapatão constrói política pública, disputa a sociedade e quer estar em cada vez mais espaços de decisão. Cola comigo nessa jornada de atividades levantando a bandeira do orgulho e da visibilidade lésbica?
Nossa programação será atualizada aos poucos, mas se você também estiver construindo alguma atividade sobre o agosto lésbico e quiser divulgar por aqui, é só mandar pra gente!

PROGRAMAÇÃO

19/08 (sexta-feira)
Entrega da medalha Chiquinha Gonzaga a Zélia Duncan
Plenário da Câmara Municipal do Rio de Janeiro - 18h

20/08 (sábado)
Lambe Lambe a festa
B|CO às 16h +informações e ingressos @lambelambeafesta

21/08 (domingo)
Entrega da Moção de reconhecimento e aplausos ao Bar da Fatinha +  Show com a cantora Tetê Costa
Bar da Fatinha (Rua Áurea, 2A - Santa Teresa) - 17h30

22/08 (segunda)
Roda de conversa "As vivências de corpos lésbicos na cidade" 
UFF - Faculdade de Arquitetura e Urbanismo Campus Praia Vermelha às 15h com professora Rossana Brandão Tavares
    
23/08 (terça)
Coq
uetel da Exposição Mulheres do Tijolinho e Entrega de Moção de reconhecimento e aplausos para a artista e criadora da exposição, Kamila Camillo 
Saguão da Câmara Municipal do Rio de Janeiro - 18h
Duração da exposição: 19 a 31 de Agosto de 2022

 
24/08 (quarta)
Roda de conversa sobre maternidade lésbica
Café do Tuia Evaristo da Veiga, 17 às 19h


25/08 (quinta)
Baile do Brejo 
Garagem Delas (Rua da Carioca, 83 - Centro)  - às 19h
Apresentação: Só Damas

26/08 (sexta)
Roda de Conversa O Direito de ter direitos: visibilidade lésbica em tempos de ódio
Com Ivanilda Figueiredo - Professora Adjunta de de Direito e Pensamento Político e Direitos Humanos da Faculdade de Direito da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e Diretora do Centro de Estudos e Pesquisa no Ensino do Direito (CEPED/UERJ); Monica Benicio - Vereadora, arquiteta urbanista, lésbica,  feminista e militante de direitos humanos;outras participações a confirmar;
Local: Salão Nobre da Faculdade de Direito - UERJ - 18h

27/08 (sábado)
Piquenique no Brejo das Mães da Resistência 
Local: Quinta Boa Vista - 10h
Apresentação: Autoras Lésbicas com Evelyn Silva e Cristina Furst -  Casa Nossa Lounge Santa Teresa às 14h


28/08 (domingo)
Domingão Cultural da Casa da Resistência Lésbica da Maré e Homenagem a Lésbicas de Favelas
+informações @resistencialesbica_
    
29/08 (segunda)
Ocupa Sapatão
Cinelândia +informações @ocupasapataorj

Inauguração do novo Boléia Bar
Rua Paulino Fernandes, 36 às 18h

A partir da luta feminista, o Brasil instituiu o feminicídio como um crime hediondo, com a Lei nº 13.104/2015. Para ser considerado feminicídio, as situações devem envolver violência doméstica e familiar ou menosprezo ou discriminação à condição de mulher.

Violências contra mulheres LBTs

A brutalidade da violência exercida contra Lésbicas, Bissexuais e Trans - LBTs é uma característica fundamental do patriarcado e está relacionada à necessidade de controlar socialmente como as mulheres vivem sua sexualidade e constroem suas identidades. É importante saber que as mulheres LBTs também podem acionar a Lei Maria da Penha em casos de violência doméstica e intrafamiliar.

De acordo com a  Lei Maria da Penha (11.340/2006), a violência contra a mulher é qualquer ação ou conduta, baseada no gênero, que cause morte, dano ou sofrimento físico, sexual ou psicológico, tanto no âmbito público quanto no privado. Estão previstas na  lei: violência física, violência psicológica, violência moral, violência sexual e violência patrimonial.

A partir da luta feminista, o Brasil instituiu o feminicídio como um crime hediondo, com a Lei nº 13.104/2015. Para ser considerado feminicídio, as situações devem envolver violência doméstica e familiar ou menosprezo ou discriminação à condição de mulher.

Violências contra mulheres LBTs

A brutalidade da violência exercida contra Lésbicas, Bissexuais e Trans - LBTs é uma característica fundamental do patriarcado e está relacionada à necessidade de controlar socialmente como as mulheres vivem sua sexualidade e constroem suas identidades. É importante saber que as mulheres LBTs também podem acionar a Lei Maria da Penha em casos de violência doméstica e intrafamiliar.

AÇÕES DA MANDATA MONICA BENICIO:

Programa Municipal de Enfrentamento ao Feminicídio na cidade do Rio de Janeiro: inclui a prevenção a toda forma de violência contra as mulheres, a assistência e a garantia dos direitos das mulheres e seus dependentes. APROVADO!

Dia Municipal de Luta pelo Fim do Feminicídio:  estabelece o 25 de março, data de Lançamento do Levante Feminista contra o Feminicídio, como um dia de promoção de ações de prevenção e enfrentamento à violência contra a mulher. APROVADO!

Estamos aqui para que você saiba que não está sozinha!

Se for  uma situação de emergência?
Você pode ligar 190 - Polícia Militar

Sofreu violência Sexual?
Procure um  hospital de emergência - em até 72 horas -  para o atendimento médico  e prevenção de gravidez e ISTs/AIDS. Não é preciso registrar boletim de ocorrência;

Precisa de atendimento orientações e atendimento psicossocial?
Procure um Centro de Atendimento às Mulheres na sua cidade;

Quer denunciar?
Vá até uma Delegacia Especial de Atendimento às Mulheres ou na delegacia mais próxima de sua casa;

Registrou a denúncia e precisa de atendimento jurídico?
Busque a Defensoria Pública

Precisa de orientações e dos endereços locais de atendimento?
Ligue 180

Conhece alguma mulher que esteja passando?
É importante demonstrar apoio e acolhimento a mesma, nunca julgamentos. Repasse as informações sobre atendimento pra ela.

Está presenciando uma situação de violência contra as mulheres?
Você pode ligar 190.

Para mais informações, acesse os links abaixo:

Juntas somos mais fortes!